Vitor
Vaqueiro

Vitor Vaqueiro Foxo (Vigo, 1948) cursou estudos de Química na Universidade de Santiago de Compostela, onde se licenciou, doutorando-se posteriormente em Ciências da Comunicação pola mesma universidade com uma tese centrada na atividade na imprensa dos fotógrafos integrantes do Arquivo Pacheco durante o período 1909-1936 na revista Vida Gallega e no jornal El Pueblo Gallego. Foi sucessivamente professor de Matemáticas de Ensino Médio, fotógrafo independente e professor das matérias de Fotografia, Fotojornalismo, Direção de Fotografia e Projeto Audiovisual na faculdade de Ciências da Comunicação da USC.

A sua atividade escrita começou no ano 1979 no âmbito da poesia que se ampliou, a partir do ano 1983, á fotografia –nas vertentes de autor, historiador e ensaísta–, e á narrativa, desde o ano 1992 –nos campos do relato breve e a novela–. Posteriormente, a partir do 1997, á etnografia e á vulgarização ao redor de temas relacionados com a Galiza e o norte de Portugal. No território do jornalismo, colaborou com diferentes meios escritos, exercendo durante mais duma década como colunista habitual no semanário A Nosa Terra e durante dous anos como coordenador da secção de comunicação da revista mensal Tempos Novos. A partir de setembro de 2012 começou unha colaboração quinzenal sobre temas fotográficos no semanário Sermos Galiza.

Possui os prêmios de poesia Esquío (1981, Camiño de Antioquía) e da Crítica (1984, A fraga prateada), bem como o Premio Extraordinário de Doutoramento (2004, A obra fotográfica dos Pacheco no período 1909-1936 a través de duas publicacións viguesas, El Pueblo Gallego e Vida Gallega) e o Irmandade do Libro (2012, Mitoloxía de Galiza).

Foi cofundador do coletivo fotográfico Canbranco e do Centro de Estudos Fotográficos e como membro desta entidade, comissariou as Fotobienais de 1984 e 1986, abandonando-a no ano 1987, depois da II Fotobienal do ano 1986. Entre os anos 2007 e 2011 foi diretor do Arquivo Pacheco.

Nos primeiros meses de 2013, num artigo publicado no jornal digital Sermos Galiza, que leva por título Até quando adiarmos a decisão?, concretiza a sua decisão de abandonar a normativa do ILG-RAG, adotando o padrão reintegracionista.

[Dezembro, 2016]